"APOLLO 18"



Em 1973, a NASA enviou secretamente uma nave tripulada à Lua, a Apollo 18, integrada pelos astronautas Warren Christie e Lloyd Owen. Décadas mais tarde, as imagens do que aconteceu com a missão e os detalhes do por que ela jamais voltou a Terra vazam e são editadas para a realização de "Apollo 18", que explicará o mistério.

Esse é o argumento entregue ao espectador nos créditos iniciais desta produção, pretensamente documental, que copia em todas as suas dimensões "A Bruxa de Blair" (1999) e seus exitosos subprodutos ("REC", "Cloverfield - Monstro", "Quarentena", "Atividade Paranormal").
Do baixo orçamento e câmeras trêmulas, dos gritos incessantes à campanha viral na internet (de que se trata de algo verídico), está tudo ali, exceto a necessária criatividade para sair da mesmice.
Creditado ao diretor espanhol Gonzalo López-Gallego, "Apollo 18" é, por princípio, uma série de imagens coladas para o espectador em constante estado de tensão. Aqui, câmeras instaladas na nave e em solo lunar mostram supostos movimentos suspeitos. Da mesma forma que a audiência buscou fantasmas no cenário de "Atividade Paranormal", neste suspense ela não deve tirar os olhos da tela para identificar supostos alienígenas.

Como não inova em qualquer aspecto, com base nos filmes aos quais se referencia, não é muito difícil entender a lógica da história e se antecipar ao desfecho, que deixa espaço para continuações.
Com exceção de um par de cenas, em especial a que o protagonista pede ao secretário de Defesa para ser resgatado, as performances dos atores ali envolvidos em nada colaboram.
Quando estreou em 1999, "A Bruxa de Blair" mostrou principalmente que era possível utilizar as redes sociais na internet para difundir bobagens como o espírito de uma bruxa maligna que persegue um trio de azarados na floresta.
"Atividade Paranormal" também se vendeu como verdade e foi além ao lançar um viral que mostrava a cara de pânico da plateia ao ver as imagens. Nas entrelinhas, provava se tratar do mais assustador documentário já feito. Os êxitos dos filmes mostraram que essas ações dão certo.
No entanto, "Apollo 18" não conseguiu ir além nem mesmo em golpe publicitário. Poderia se aproveitar das poderosas redes sobre teorias de conspiração norte-americanas que alardeiam, entre outras coisas, que os alienígenas estão aqui entre nós. Falhas que devemos apenas lamentar, pois não se trata de uma produção com fraco argumento, mas de uma fraca execução de suas possibilidades.
O filme estreia em cópias legendadas e dubladas. (Rodrigo Zavala, do Cineweb)

O HOMEM DO FUTURO



Wagner Moura se tornou conhecido nos últimos anos por interpretar tipos fortes, como o Capitão Nascimento, que transcendeu o cinema e hoje é um ícone da cultura pop brasileira. Embora o ator tenha flertado com a comédia, dando toques cômicos a seus personagens, até agora nunca havia feito uma comédia pura, como é o caso de "O Homem do Futuro".



No filme, escrito e dirigido por Claudio Torres ("A Mulher Invisível", "Redentor"), Wagner é Zero, um cientista um tanto infeliz, um tanto amargurado, que, após anos de solidão, por acaso volta ao passado, a um momento crucial de sua vida que o consumiu por duas décadas, quando foi humilhado por seu grande amor, numa festa da escola.

A trama é uma fantasia que deve ter cruzado a cabeça de qualquer pessoa: o que fazer com a chance de voltar ao passado para mudar a sua vida?

Torres assumidamente busca inspiração em clássicos do escapismo, como os filmes da série "De Volta Para o Futuro" e o romance "A Máquina do Tempo", de H. G. Wells, ou o conto "O Som do Trovão", do americano Ray Bradbury. A tudo isso ele dá um colorido que, se não é novo, ao menos mostra um frescor - especialmente pela interpretação para lá de inspirada de Wagner, que também canta três canções da trilha.



A possibilidade é exatamente de mudar seu destino e não levar um fora de sua garota, Helena (Alinne Moraes, que está na novela "O Astro"). Porém, como mandam as regras da ciência no cinema, uma ação causa uma reação, e a mudança no passado, por menor que seja, transforma todo o futuro. Quando reencontramos o protagonista no futuro (o presente atual) a vida dele não é lá como ele pensou que seria se casasse com Helena.

As idas e vindas no tempo permitem a Wagner e seus outros colegas de elenco - que incluem Gabriel Braga Nunes (num vilão bem menos perigoso que seu Léo, de "Insensato Coração"), Maria Luisa Mendonça, como uma empresária, e Fernando Ceylão, o único amigo de Zero - criar três versões de um mesmo personagem.

Alguns expectadores mais afoitos podem até buscar alguma espécie de leitura psicanalítica dessa multiplicação dos personagens, mas isso não é necessário, porque a chave do filme está mesmo na comédia, no caminho que a trama toma a cada mudança de tempo.

Em "O Homem do Futuro", Torres deixa de lado o cinismo de sua estreia em longa, "Redentor" (2004), no qual fazia uma crítica ácida à sociedade brasileira contemporânea, e está mais próximo da comédia e do romance, como em seu trabalho anterior, "A Mulher Invisível" (2009). A trama aqui funciona muito bem, especialmente por conta de Wagner, que é capaz de criar três versões muito distintas do mesmo Zero.

Entre Helena e Zero há uma falta de sincronia amorosa, e nisso, todo o filme pode ser visto como uma grande metáfora para o que querem as mulheres e os homens.

Os dois personagens nunca estão em sintonia. Quando ele quer ficar com ela - na primeira versão, aquela oficial da história - ela aceita uma proposta para ser modelo, e quando ele volta no tempo a resolução é outra, e depois outra.

No fundo, o filme parece dizer que estaremos sempre descontentes com algumas coisas e contentes com outras. Nesse caso, a única coisa a se fazer é deixar a vida seguir seu curso natural. (Alysson Oliveira, do Cineweb)

" Assalto ao banco central " O Filme


O filme "Assalto ao Banco Central" é um obra de ficção, inspirada no maior roubo a banco do século. Envolvendo desde a preparação da quadrilha aos bastidores da investigação da polícia federal.
Em Agosto de 2005 164.7 milhões de reais foram roubados do Banco Central em Fortaleza, Ceará.
Sem dar um único tiro, sem disparar um alarme, os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando 3 toneladas de dinheiro. Foram mais de três meses de operação. Milhares de reais foram gastos no planejamento.

Foi um dos crimes mais sofisticados e bem planejados de que já se teve notícia no Brasil.

Quem eram essas pessoas?
E o que aconteceu com elas depois?

São as perguntas que todo o Brasil se faz desde então.



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Lançamentos: último filme de "Harry Potter" vira jogo de ação para várias plataformas

O mês de julho não é dos mais frutíferos para o mercado de games, e o período de vacas magras só não é pior pela chegada do filme "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2" que, como já é de costume, vem acompanhado de uma versão para videogames.
A exemplo do título anterior, o game é de ação com visão em terceira pessoa e grande foco nos 'tiroteios' de magias entre bruxos, com direito a sistema de cobertura ao estilo "Gears of War" até.
Fora isso, a Electronic Arts começa a esquentar os motores para os lançamentos de seus principais títulos esportivos, começando a série com o menos popular "NCAA Football 2012".
Veja a lista dos jogos que serão lançados nos EUA nos próximos dias:

Bruno Mazzeo garante que o filme "Cilada.com" "não é um episódio esticado" do seriado de TV



Bruno Mazzeo fala do programa “Cilada”, que teve seis temporadas no canal a cabo Multishow (entre 2005 e 2009), é sempre com carinho. Mas quando ele fala do filme “Cilada.com”, que estreia no país na próxima sexta (8), é com uma tremenda empolgação.
“Tivemos a preocupação de fazer um filme de verdade, cinema mesmo, e não algo que parecesse um episódio esticado. Aí seria falta de consideração com o público”, disse em entrevista ao UOL Cinema.
Ele conta que o filme foi um passo além do que era o programa. “No Multishow sempre tivemos liberdade para tudo. Abordamos assuntos até polêmicos, como clube de swing e Jesus Cristo. Mas no cinema precisamos ultrapassar isso, falamos palavrões, chegamos bem no limite do humor”. Ele comenta que entre as referências cinematográficas para o longa “Cilada.com” estão comédias de sucesso, como “Superbad - É Hoje” e “Se Beber, não Case”.
A direção ficou a cargo de José Alvarenga Jr., que tem em seu currículo filmes como “Divã” e os dois “Os Normais”. “Temos uma parceria de muito tempo. Fizemos várias coisas juntos, como [a série] ‘A Diarista’. Mas ele nunca tinha dirigido um episódio de ‘Cilada’. A entrada dele no filme trouxe um frescor, além da linguagem cinematográfica”, diz Bruno.
Para Mazzeo, “Cilada.com” não é apenas para as pessoas que acompanhavam a série - reprisada até hoje no Multishow e que já teve um quadro no Fantástico. “No programa contávamos ciladas do dia-a-dia, mas, para o filme, precisávamos de uma grande cilada”.
No longa, o protagonista, que também se chama Bruno, tem problemas depois de ser pego traindo a namorada Fernanda (Fernanda Paes Leme), que coloca um vídeo de intimidade do casal na internet, tornando o rapaz alvo de piadas.
“Quando estávamos procurando um assunto para o roteiro do filme, o Alvarenga viu no jornal uma história parecida com essa. E pensamos: qual cilada pode ser maior do que você ser exposto na internet? Isso é maior do que qualquer uma daquelas dos 53 episódios”. Daí o “.com” do título do filme.
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Em estreia, bilheteria de "Transformers 3" diminui em comparação a segundo filme da série

 
Os robôs gigantes de "Transformers" encolheram um pouco na bilheteria norte-americana na estreia do terceiro filme da série.
A Paramount Pictures disse que o longa "Transformers - O Lado Oculto da Lua" faturou US$ 13,5 milhões em sua estreia, que aconteceu na noite desta terça-feira (28) e na madrugada desta quarta (29). 
 
Esse é um valor menor do que os US$ 16,6 milhões arrecadados pelo segundo "Transformers", "A Vingança dos Derrotados", dois anos antes. Ao todo, "A Vingança dos Derrotados" conseguiu US$ 400 milhões nos Estados Unidos e US$ 800 milhões ao redor do mundo.
"O Lado Oculto da Lua" arrecadou US$ 5,5 milhões com exibições que começaram às 21 horas da terça-feira em 2,700 salas. Mais tarde, após a meia-noite, o filme adicionou US$ 8 milhões ao total com exibições em 3 mil salas.
A Paramount aumentou a exibição do filme para 4 mil salas nos Estados Unidos.

Série - A Mulher Invisível

mulher invisivel A Mulher Invisível


INFORMAÇÕES:
Título Original: A Mulher Invisível
Gênero: Comédia
Idioma: Português


SINOPSE:
Assim como no filme, Luana Piovani continua no papel da mulher invisível e Selton Mello como o engraçado Pedro. A diferença do elenco é entrada Débora Falabella como a personagem Marina, esposa de Pedro.
Parece que a Globo gosta de transformar os filmes link externo de sucesso em série. Foi assim com os filmes Carandiru, Ó paí Ó, Antonia, Divã e agora A Mulher Invisível.
Esperamos que a série seja tão boa quanto o filme é. A série é escrita por Guel Arraes, Claúdio Torres, Mauro Wilson e Leadro Assis e tem a direção de Cláudio Torres.

“X-Men: Primeira Classe” (2011) - First Class



Título Nacional: X-Men: Primeira Classe
Título Internacional: X-Men: First Class
Idioma Falado: Inglês
Diretor: Mattew Vaugh
Elenco: James Mcavoy; Michael Fassbender; Kevin Bacon; Jennifer Lawrence e Hugh Jackman

Quem é fã de quadrinhos deve ter noção das diferenças entre os heróis da Marvel Comics e da DC Comics. Batman, Super Homem, Mulher Maravilha, Laterna Verde, Camaleão e outros heróis que compõem o Universo DC são aceitos pelos cidadãos e alguns possuem suas identidades em absoluto sigilo. Muitos tiveram um passado traumático e assumiram uma identidade pacificadora. Outros são extraterrestres ou de mundos paralelos.

Já com os heróis da Marvel, a história é um pouco diferente, ainda mais se tratando dos X-Men. No mundo dos mutantes, o preconceito e a intolerância são válvulas de escape para que conflitos e protestos se intensifiquem e medidas de inclusão social sejam ignoradas. Pode não parecer para quem não lê, mas tanto na Marvel quanto na DC, a política sempre está presente.

Na nova franquia da Marvel, “X-Men: Primeira Classe”, o espectador se defrontará com o início da saga dos mutantes. Em 1960, o estudante de teologia, filosofia e futuro “Professor X”, Charles Xavier (James Mcavoy, de “O Último Rei da Escócia), dotado de poderes telepáticos, conhece Erick Lehnsherr (Michael Fassbender, de “Bastardos Inglórios”), judeu e com capacidade de atrair metal, que o ajudaria a sobreviver durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente se tornaria o “Magneto”.

Os dois personagens se encontram com o desenrolar da história e se tornam grandes amigos. Juntos, recrutam os primeiros mutantes, ou, a “primeira classe” (daí o significado do título) em um momento delicado por disputas bélicas e de interesse governamental, entre os Estados Unidos e a União Soviética na famosa Crise dos Mísseis, em Cuba, um dos momentos mais conturbados da Guerra Fria. Após esse período, uma grande mudança ocorreria entre os mutantes, por razões intrínsecas e que valem a pena pensar.


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Documentário sobre Mamonas recupera trajetória da banda

 
Uma das bandas de maior sucesso da música brasileira, os Mamonas Assassinas são o tema do documentário de Claudio Khans, que tem como alvo os fãs dos músicos. É um documentário para eles, não se pode negar, mas também é uma viagem numa máquina do tempo para meados da década de 1990, quanto o mundo ainda parecia mais inocente.
"Mamonas pra Sempre" traz material de arquivo dos músicos, entrevistas com familiares e pessoas que trabalharam com eles, como o produtor musical Rick Bonadio e o empresário Samy Elia, além da namorada de Dinho na época, a modelo Valeria Zopello.
O documentário não traz nenhum material novo, nenhuma revelação, mas pode trazer descobertas para um público que não era nem nascido quando a banda acabou.
Existe, e isso é inegável, um fenômeno que dura até hoje. Talvez pelo humor sem limites que desafia o politicamente correto, ou mesmo porque as músicas são para lá de pegajosas. Mas, de qualquer forma, os Mamonas Assassinas, cujas origens estão na banda Utopia, tornaram-se um fenômeno em menos de um ano - embora pareça bem mais, entre outubro de 1995 e março de 1996, quando sofreram o acidente aéreo.
"Mamonas pra Sempre" é um filme até comportadinho tendo em vista que seu tema é uma banda conhecida pela irreverência. O documentário, ao contrário, é bem reverente. Quando toca num assunto mais sério, evita se aprofundar.
O acidente com os Mamonas em 1996 transformou-se num verdadeiro circo eletrônico, com direito a disputa de pontos no Ibope em troca de imagens fortes. Não que o documentário precisasse se render ao mesmo estratagema, mas o longa aborda a questão apenas de passagem.

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Com humor e ternura,"Kung Fu Panda 2" melhora o original

O filme chega ao circuito brasileiro em quase 700 cópias, sendo 540 dubladas e 152 legendadas. Quase metade do total, 328, são 3D.
Cumprida em 2008 a tarefa de apresentar Po, o original personagem do urso panda gorducho e estabanado que, contra toda a lógica, torna-se mestre do kung fu e Dragão Guerreiro, aqui a história explora os mistérios de seu passado. Até porque estava mesmo na hora de explicar de onde vinha o ursão, criado por um ganso cozinheiro, o Sr. Ping (voz de James Hong nas versões legendadas).
Com a voz de Jack Black nas versões legendadas e a de Lúcio Mauro Filho nas dubladas, Po vive uma fase tranquila. O Vale da Paz parece pouco ameaçado e ele dedica mais tempo a disputas gastronômicas - como quantos bolinhos é capaz de engolir em alguns minutos - do que aos treinos.
O sossego acaba quando desponta no horizonte um vilão novo e muito poderoso - o pavão branco, Lorde Shen (Gary Oldman na versão legendada). De origem nobre, ele foi banido pelos pais quando descobriram suas intenções bélicas. Desde então, dedicou-se a formar exércitos de lobos a seu serviço, juntar todo o metal possível e, principalmente, tentar impedir o cumprimento de uma profecia que determina que Shen será vencido por um ser branco e preto. Adivinhem quem.
No primeiro confronto entre Po e os lobos de Shen, um ideograma misterioso visto pelo urso na roupa de um deles desperta memórias há muito adormecidas de sua primeira infância - o que prejudica momentaneamente sua concentração para a luta. A solução, diz o mestre Shifu (Dustin Hoffman, na versão legendada), é buscar paz interior. Po vai demorar um pouco para descobrir como se faz isso.

Até chegar lá, o panda e seus inseparáveis amigos, os Cinco Furiosos - Tigresa (Angelina Jolie), Macaco (Jackie Chan), Louva-Deus (Seth Rogen), Víbora (Lucy Liu) e Garça (David Cross) - vão ter muito trabalho com Lorde Shen, que construiu uma série de temíveis canhões, com os quais planeja dominar a China e eliminar o kung fu e seus mestres.
Além do vilão, há novidades também no time dos mestres do kung fu, o trio formado por Crocodilo (Jean-Claude van Damme), Rino Trovão (Victor Garber) e Boi Toró (Dennis Haysbert).
O grande acerto neste segundo capítulo, dirigido por Jennifer Yuh Nelson, está na criatividade do roteiro, assinado novamente pelos autores do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, agora coprodutores. Houve também contribuições de peso, como do diretor mexicano Guillermo del Toro ("O Labirinto do Fauno"), que aparece nos créditos como consultor criativo. Fora dos créditos, segundo a revista Variety, teria dado palpites também o roteirista e cineasta Charlie Kaufman (autor do roteiro de "Quero ser John Malkovich").
O estúdio Dreamworks demonstra que está no páreo para disputar espaço com a Pixar com esta animação de visual extremamente sofisticado, seja em termos de colorido e textura dos personagens, seja em termos de coreografia das sequências de luta, todas bem movimentadas e originais.
Uma tendência que se apresenta neste segundo filme é o maior espaço dado à Tigresa. Além de representar um benvindo maior equilíbrio entre os sexos, a novidade também parece testar uma possível aproximação romântica entre Po e a Tigresa no terceiro filme da franquia que, pelo sucesso deste segundo, não deve demorar.
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Doctor Who | 7ª temporada confirmada com Matt Smith


A BBC oficialmente renovou Doctor Who para a 7ª temporada e também confirmou que Matt Smith será o Doctor. 14 episódios foram encomendados para a nova temporada, que por enquanto não possui um cronograma definido. A 6ª temporada entrou em hiato essa semana e novos episódios vão ao ar mais para o final do ano.
A atual temporada de Doctor Who teve uma grande investida na popularização da série nos Estados Unidos com episódios filmados em Utah e transmissão quase que simultânea da BBC America com a BBC One do Reino Unido.
Aqui no Série Maníacos, Doctor Who é recomendação máxima. Se você ainda não está assistindo aproveite essa época com poucas séries e já comece direto com a 5ª temporada, que é quase que um recomeço da série.

Em entrevistas com moradores de coberturas, "Um Lugar ao Sol" retrata alienação da elite brasileira

 
O documentário "Um Lugar ao Sol" é quase uma obra interativa. Dirigido por Gabriel Mascaro, é um filme que busca cumplicidade com seu público - e consegue. Ao centro, estão as coberturas luxuosas de habitantes ricos do Recife (cidade natal do diretor), São Paulo e Rio de Janeiro. Seus moradores são uma amostra da elite, olhando de cima para baixo - tanto real quanto metaforicamente - a cidade e a sociedade que os cerca.

O documentário, que estreia no projeto Sessão Vitrine, partiu de um livro de circulação bastante restrita que faz a catalogação dos ricos brasileiros. O diretor e sua equipe tiveram acesso a essa "bíblia do quem-é-quem" entre aqueles que têm muito dinheiro e foram em busca dessas pessoas.
A maioria não aceitou participar do filme. Mas aqueles que concordaram em dar entrevistas e abrir seus apartamentos - pouco menos de dez - formam um painel significativo.
O filme começa com coberturas do Recife, cidade que passa por um processo de verticalização relativamente recente - ao contrário de Rio e São Paulo. Os novos e velhos ricos, cada vez mais, têm a chance de morar num desses apartamentos. O discurso, em todas as cidades, é mais ou menos o mesmo: a segurança, em primeiro lugar, seguida do status.

"Piratas 4" ultrapassa US$ 600 milhões em bilheterias no mundo

Jack Sparrow (centro) volta em mais uma aventura


Apenas doze dias após a estreia, o filme “Piratas do Cabibe: Navegando em Águas Misteriosas” passou dos US$ 600 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.
Com isso, a produção segue o mesmo ritmo de “Baú da Morte”, o mais bem-sucedido da franquia até agora. As informações são da publicação The Hollywood Reporter.
A participação das plateias fora da América do Norte desempenhou papel importante para que o filme alcançasse essa marca. Quase 75% da renda de “Piratas do Caribe 4” foi obtida fora do mercado estrangeiro.

Entre os países que mais colaboraram para o sucesso do filme estão o Brasil, a Índia, a Rússia e a China. Nesses locais, o público está mais disposto a pagar mais por uma projeção em 3D, ao contrário do que vêm acontecendo nos Estados Unidos.
Particularmente na Rússia e na China, “Navegando em Águas Misteriosas” é o filme da Disney que teve melhor renda em todos os tempos.
“Piratas 4” foi a maior bilheteria do ano até agora. O ranking é seguido por “Velozes e Furiosos 5”, “Rio”, “Thor” e “Rango”.

"O cinema para mim foi transformador", diz Santoro


O ator Rodrigo Santoro participa do lançamento do projeto educativo "Cine Tela Brasil", no Complexo do Alemão, no Rio (30/5/2011) 
Com uma camisa escrito “Rio, eu amo, eu cuido” e uma jaqueta de couro preta, Rodrigo Santoro chegou às 10h22 desta segunda-feira (30) ao Campo do Sargento, no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, para lançar o projeto educativo “Cine Tela Brasil”. Pela primeira vez na comunidade – que começou a ser pacificada há quase sete meses –, Rodrigo falou sobre a importância do projeto, idealizado pelos cineastas Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi. “Meu nome é Rodrigo Junqueira Reis Santoro, sou morador da cidade do Rio e é uma honra estar aqui participando desse projeto. Também estou muito feliz e orgulhoso. Acho que é uma iniciativa maravilhosa de dois artistas que tenho uma admiração profunda. Há dez anos, fiz meu primeiro filme [Bicho de Sete Cabeças] e o cinema para mim foi transformador. Então tudo que espero é que esse projeto siga, prospere e que coisas assim aconteçam cada vez mais em nosso país. Espero que esse projeto tenha esse poder transformador”, discursou.
O projeto consiste na montagem de uma sofisticada sala de cinema, com 225 lugares, que por três semanas funciona como um centro de cultura e educação, oferecendo sessões exclusivas de filmes, workshops sobre audiovisual na escola, sessões de debate com convidados especiais e oficina de vídeo. Orgulhosa com a possibilidade de instalar uma sala de cinema no Complexo do Alemão, Laís Bodanzky lembrou como o projeto “Cine Tela Brasil” começou. “Há sete anos, eu e o Luiz [Bolognesi] começamos esse projeto de cinema itinerante. A escolha do Alemão foi simbólica. Para a gente está sendo um orgulho e um aprendizado”, contou a cineasta.
Após a apresentação do projeto à imprensa, Laís falou sobre “Como Nossos Pais”, filme que pretende lançar até 2013. “É um filme sobre a minha geração, que é uma geração que tem seus filhos, mas ainda é filho, é a ‘geração sanduíche’. A história vai ser sobre um núcleo familiar”, adiantou ela, que ainda não definiu o elenco. “Por enquanto, só tenho o argumento. Ainda não tenho o roteiro, vou começar a pesquisa agora. O filme só deve ficar pronto daqui a dois anos”, acrescentou.
Além de comentar, mais uma vez, sobre a montagem do projeto no Alemão – “dei uma espiadinha na sala de cinema e a criançada estava numa alegria só”, contou ele, que foi muito assediado pelas crianças da comunidade –, Rodrigo falou sobre seus projetos na TV e no cinema.  “Este ano, tenho alguns projetos aqui no Brasil não só em cinema, mas na TV. Este mês vou começar a fazer um especial para a TV Globo. É um telefilme, que ainda não posso falar o nome porque é provisório. É do núcleo do Guel Arraes, com direção do Jorge Furtado. No elenco tem a Débora Falabella, o Luiz Miranda, o Pedro Paulo Rangel. É um elenco ótimo! Estou bem animado”, afirmou.

Vem aí - "X-Men: Primeira Classe"

James McAvoy interpreta o Professor Charles Xavier em "X-Men: Primeira Classe". Trama mostra o Professor X e Magneto antes de ambos se tornarem inimigos. Eles eram, inclusive, amigos e trabalhavam juntos com outros mutantes. O filme está previsto para estrear no Brasil em 3 de junho Divulgação
James McAvoy quer deixar bem claro uma coisa: o Charles Xavier que ele interpreta em “X-Men: Primeira Classe” não é uma cópia do personagem interpretado por Patrick Stewart no “X-Men –O Filme” (2000) original, nas duas sequências e em “X-Men Origens: Wolverine” (2009).

Stewart interpretou Xavier, mais conhecido como o Professor X, como o líder nobre, sábio e telepata do esquadrão de mocinhos mutantes chamado X-Men. McAvoy, o astro britânico de 32 anos de “As Crônicas de Nárnia –O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005), desenvolve uma versão muito mais jovem e drasticamente diferente de Xavier em “Primeira Classe”.

“Para mim era importante levar Charles o mais distante possível do Charles que conhecemos”, diz McAvoy. “Então, se fizermos dois ou três filmes, ao final de um terceiro espero que minha interpretação se pareça com a de Patrick Stewart, porque no final é para onde temos que ir.”
Para isso, o Xavier dos anos 60 que o público verá em “Primeira Classe” parece quase o oposto do Xavier mais velho. Para começar, ele tem cabelo. Ele e Erik Lehnsherr (Michael Fassbender) –que posteriormente se transformará no vilão Magneto, interpretado por Ian McKellen na trilogia original– são grandes amigos, apesar de propensos a debates intensos.

Xavier está apenas começando a conhecer os vários jovens geneticamente aprimorados que em breve terão que decidir se ingressarão nos benevolentes X-Men de Xavier ou na ávida por poder Irmandade dos Mutantes de Magneto.
“Charles tem um ego enorme”, diz McAvoy, falando por telefone de sua casa em Londres. “Ele certamente deseja ser o líder, quer ser o chefe desta nova espécie que está nascendo e sendo apresentada ao mundo. Ele quer guiá-la, moldá-la e liderá-la, e também quer fazer sexo com muitas mulheres. Eu acho isso bastante divertido”, completou.

"Ele é sujo e durão", diz Matthew McConaughey sobre seu personagem em "O Poder e a Lei"

Matthew McConaughey interpreta um advogado no filme O Poder e a Lei

Há não muito tempo, Matthew McConaughey só pensava em liberdade. Bronzeado e sem camisa, ele se gabava de que nem mesmo queria uma casa para morar - ele estava mais feliz morando em um trailer com seu cachorro, indo para onde quer que quisesse ir.

McConaughey ainda tem seu trailer, mas atualmente ele está cheio de copos com tampa e bichos de pelúcia. McConaughey e sua namorada, Camila Alves, são os pais de Levi, 2 anos, e de Vida, 1 ano, e aquele tipo de liberdade agora é coisa do passado.

Após uma breve pausa com a família, diz McConaughey, foi bom voltar a um set de filmagem.

Seu novo filme, "O Poder e a Lei", estreia no Brasil no dia 27 de maio. Baseado em um romance de Michael Connelly, ele coloca McConaughey como um advogado com a esperteza das ruas chamado Mickey Haller, que defende principalmente pequenos criminosos e é apelidado de "o advogado de Lincoln", porque tem como escritório o banco traseiro de seu Lincoln Town Car. Mas sua vida começa a sair do controle quando ele é contratado por um homem rico de Beverly Hills (Ryan Phillippe), que foi acusado de espancar e quase matar uma prostituta.
"Eu não poderia ficar mais satisfeito com a interpretação dele de Mickey", diz Connelly em uma entrevista separada, "porque McConaughey procura pelos ângulos e pela ação. Este personagem é um cara das ruas embalado, e Matthew é alguém que parece estar em movimento mesmo quando está parado".

"Eu gostei muito desse papel", diz McConaughey. "Ele é um jogador das ruas. Ele não é um cavaleiro branco, ele não é um anjo. Ele é sujo e durão. Ele também é um bom advogado de defesa, mas seus planos para defender alguém acabam indo pelo ralo e aquilo se transforma em sua própria sobrevivência."

Parte do apelo, ele acrescenta, foi o carro do personagem. "Meu pai tinha um desses", o ator lembra rindo. "Eram 12 toneladas de aço e só estou falando daquele pequeno emblema na frente do carro!"

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Sequência de "Se Beber, Não Case" só mudou de país

Não estranhe se você sair, para o bem e para o mal, com a sensação de que já viu "Se Beber, Não Case 2". O esqueleto da trama, mais uma vez sob a batuta do diretor Todd Phillips, é extremamente similar ao título original, uma das maiores surpresas de 2009, quando quebrou todos os recordes de público para comédias adultas nos EUA e se tornou uma unanimidade entre a crítica norte-americana.
Pense no segundo tomo da série como "Se Beber, Não Case" com esteróides. Desta vez, o casamento é o do dentista Stu (o ótimo Ed Helms, o Andy de "The Office). Sai Las Vegas, entra Bangcoc (antes da Tailândia, Phillips chegou a cogitar ter o Rio de Janeiro como cenário da nova aventura dos encrenqueiros de plantão).
O Phil, de Bradley Cooper, continua tentando resolver os problemas dos amigos; o Alan, de Zac Galifianakis, é o doce tonto da trupe; e, para a alegria dos fãs da marca, o hilário Mr.Chow ganha mais espaço em um enredo que gira em torno - adivinhe - de uma amnésia geral e o desaparecimento de um amigo (desta vez o jovem irmão da noiva, vivido por Mason, filho do diretor Ang Lee) depois de uma noitada daquelas. Curiosidade: Paul Giamatti faz uma ponta encarnando um vilão (será mesmo?) asqueroso.

Séries- House

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Informações:
Título Original: House
Gênero: Drama / Mistério

Sinopse:
Dr. Gregory House (Hugh Laurie), é um brilhante profissional da área médica, desprovido de boas maneiras, rude honestidade e uma certa acidez. Embora a sua conduta possa ser tachada de extremamente anti-social, House é um especialista cujo raciocínio não é nada convencional e possui instinto certeiro em seus diagnósticos, que o permite ser respeitado por todos. A cada episódio, House encara um novo paciente, com sintomas inexplicáveis, e junto de sua equipe de médicos dedicados e enfermeiras, ele deve descobrir misteriosos casos… antes que seja tarde!

"Titanic" será lançado em 3D nos cinemas do mundo inteiro

Leonardo Di Caprio e Kate Winslet fazem par romântico de Titanic (1997)

NOVA YORK, EUA - O aclamado épico de Hollywood "Titanic" chegará aos cinemas do mundo inteiro em versão 3D no próximo ano, anunciaram na quinta-feira estúdios de Hollywood e o diretor James Cameron.
Sucesso comercial e de crítica, o filme lançado originalmente em 1997 será relançado em 6 de abril de 2012, em tempo para marcar o centésimo aniversário do dia em que o navio-cruzeiro zarpou da Inglaterra, em 10 de abril de 1912, disseram a Paramount Pictures, a Twentieth Century Fox e a Lightstorm Entertainment.
"Há uma geração inteira que nunca viu 'Titanic' como o filme foi feito para ser visto, na tela grande. E este será um 'Titanic' como você nunca o viu: digitalmente remasterizado em resolução 4K e cuidadosamente convertido em 3D", disse Cameron em comunicado divulgado pelos estúdios e distribuidores.
O diretor acrescentou: "Com a contundência emocional intacta e as imagens mais potentes que nunca, será uma experiência épica tanto para os fãs do filme quanto para quem nunca antes o viu." Estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, "Titanic" recebeu 11 prêmios Oscar, incluindo o de melhor filme e melhor diretor para Cameron.
O filme rendeu mais de 1,8 bilhão de dólares nas bilheterias mundiais e durante anos deteve o recorde de maior bilheteria da história, até ser superado pelo blockbuster em 3D "Avatar" (2009), também de James Cameron, cuja bilheteria total passou de 2,7 bilhões de dólares.

Keanu Reeves rejeita papel em Akira

Continuando sua busca por uma estrela para protagonizar a adaptação Akira, a Warner Bros ofereceu o papel principal a Keanu Reeves (Henry's Crime) no início de maio. No entanto, o JoBlo afirma que o ator seguiu o exemplo de Brad Pitt (Bastardos Inglórios), James Franco (127 Horas) e Ryan Gosling (Namorados Para Sempre) e não aceitou o papel.

“A produção de Akira não foi parada ou cancelada, pois o filme não recebeu sinal verde e ainda está em processo de desenvolvimento”, afirmou a Warner por meio de comunicado oficial. A dificuldade em conseguir um protagonista aliado a supostos problemas internos fizeram crescer a desconfiança em relação ao projeto. “Esse estágio inicial é crucial para uma investida dessa magnitude e continuaremos a mudar nossa abordagem para fazer o melhor filme possível”, disse o estúdio.

O longa será baseado em Akira, um dos mais conhecidos mangás japoneses, criado por Katsuhiro Otomo e considerado um clássico do estilo cyberpunk. O projeto pretende recriar a história nos moldes ocidentais, gerando uma identificação maior com o público norte-americano.

Albert Hughes (Do Inferno) dirigirá a adaptação que conta com roteiro de Steve Kloves (Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II). Inicialmente o script foi escrito por Gary Whitta (O Livro de Eli), mas não agradou por completo os produtores. As filmagens estão previstas para agosto deste ano.