Amanda Seyfried garante ter uma paixão inusitada. “Eu estou em uma febre de tricô ultimamente”, diz a atriz de 25 anos, cuja especialidade é gorros ou cachecóis para suas amigas. “Minhas amigas me chamam de ‘vovó’ por causa do tricô, e me orgulho do apelido.” Aparentemente os jovens de Hollywood não são tão rebeldes quanto costumavam ser. “Sinto muito, mas sou o tipo de pessoa que gosta de tranquilidade.”
Mas Seyfried não está ao telefone pata falar de tricô, e sim de seu novo filme, “A Garota da Capa Vermelha”, que tem estreia no Brasil prevista para 21 de abril. Isso mesmo, não há o diminutivo “chapeuzinho” no título: “A Garota da Capa Vermelha”, dirigido por Catherine Hardwicke, de “Crepúsculo” (2008), é baseado no conto de fadas clássico, mas não é para crianças.
Seyfried empresta seu olhar inocente ao papel de Valerie, uma garota que vive em uma aldeia medieval que está sendo atacada por um lobisomem. Ao mesmo tempo, Valerie mantém um romance proibido com Peter (Shiloh Fernandez), um órfão que trabalha como lenhador – um relacionamento que vai contra o casamento arranjado entre Valerie e o mais adequado Henry (Max Irons). A vovó simpática de Valerie (Julie Christie) também está na mistura. “Há sangue, vísceras, amor e sacrifício. Basicamente é uma versão moderna e sensual de ‘Chapeuzinho Vermelho’, que é uma forma interessante de abordar uma história clássica.”
O filme nasceu com Leonardo DiCaprio, que disse: “Não seria uma forma bacana de refazer ‘Chapeuzinho Vermelho’, com o lobo sendo um lobisomem?” Sua empresa, a Appian Way, contratou o roteirista David Leslie Johnson para escrever o roteiro, que chamou a atenção de Seyfried. “O livro é um história muito curta sobre um lobo, uma vovó e uma menininha. A história também tem 700 anos, de modo que é bacana reinterpretá-la de novo. Há muito mais nessa história para contar.”

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